A Chery apresentou o Cielo, segundo modelo da marca chinesa a ser importado para o Brasil o primeiro é o SUV compacto
Tiggo. O novo carro chega com carrocerias hatch e sedan, ambas pelo mesmo preço: R$ 41.900. A Chery aposta na aparência e
na relação custo/benefício interessante para emplacar até o final do ano cerca de 2.000 unidades do Cielo 1.400 do hatch,
600 do sedan no Brasil.
Com design do estúdio italiano Pininfarina, o Cielo traz sob o capô um motor 1.6 a gasolina, capaz de gerar 119 cavalos de
potência a 6.150 giros e 15 kgfm de torque entre 4.300 e 4.500 giros. O câmbio é manual, de cinco marchas.
De série, todos os Cielo trazem ar-condicionado, direção hidráulica, retrovisores com controle elétrico, coluna de direção
ajustável em altura, trio elétrico, rodas de liga leve com aro de 16 polegadas, som para CD e MP3 com entrada mini USB,
tanque e porta-malas com abertura interna, luzes de neblina, sensor de ré e freios dotados de ABS antitravamento e EBD
distribuição de força da frenagem. Os porta-malas levam 337 e 395 litros hatch e sedan, respectivamente.
O plano de revisões nas atuais 33 concessionárias da marca no Brasil, estão previstas mais 28 até o final do ano, prevê uma
primeira parada aos 2.500 km, gratuita outra aos 10 mil km, a um custo aproximado de R$ 195 e mais uma aos 20 mil km, por
cerca de R$ 270.
No Brasil, a Chery pretende vender até o final do ano 10 mil unidades, 2.000 do Cielo, 3.000 do Tiggo e 5.000 do Face,
compacto que deve chegar ao país antes do Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro. Neste evento, outros carros do
portfólio da Chery deverão ser apresentados ao público.
Para o futuro da operação brasileira da Chery, devem ser desenvolvidos na verdade, comprados prontos mpotores
bicombustíveis, e está nos planos uma fábrica própria, a ser instalada na região de Salto, também no interior paulista.