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Novo Honda Fit 2009 chega maior e com motores 16V
27/10/2008    
 

 

 

 

 

 

A segunda geração do Fit, lançada recentemente na Europa e Japão, chega às concessionárias brasileiras na segunda quinzena de novembro, em quatro versões antes eram três, todas com motor flex: 1.4 LX e LXL, 1.5 EX e a nova 1.5 EXL, que se diferencia por trazer revestimentos dos bancos em couro.

O Fit está com linhas do capô mais avançadas, nova grade frontal e pára-lamas alargados. A linha de teto ficou mais baixa na parte traseira do carro e agora ele vem equipado com rodas de liga-leve de 15 polegadas e pneus 175/65 na versão 1.4 e aro de 16 polegadas com pneus 185/55 para os modelos 1.5. Na traseira, o vidro passa a ter moldura escurecida e parte inferior mais larga.

A nova versão 1.5 EXL sai de fábrica com bancos revestidos de couro e sistema de som CD Player com MP3, WMA e entrada auxiliar para P2, tipo fone de ouvido, e USB integrado ao painel e com comandos no volante, este herdado do irmão Civic.

O painel de instrumentos não mudou. Todas as versões agora saem de fábrica com display central com computador de bordo, que dá ao motorista informações sobre consumo instantâneo de combustível em km/l, autonomia e os hodômetros total e parcial. Em comum, as quatro versões do Fit trazem ar-condicionado, sendo manual nas versões 1.4 e digital nos modelos 1.5, banco do motorista com regulagem de altura, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, apoio para o pé, além de vidros, travas elétricas e outros itens.

O Fit cresceu por dentro e por fora. No comprimento, ganhou 70 milímetros em relação à geração anterior agora são 3,90 metros, 20 mm a mais na largura 1,69 m e 10 mm na altura 1,53 m. A distância entreeixos passou de 2,45 m para 2.50 m, medida que traduz a sensação de mais espaço interno dentro do veículo. A área envidraçada, incluindo pára-brisa e janela dianteira, também aumentou para melhorar a visibilidade dos ocupantes. Mas a coluna A, mesmo mais estreita, ainda atrapalha a visão do motorista em algumas situações, como em curvas mais acentuadas.

Todas as versões possuem vários porta-trecos, além de duplo porta-luvas e console central com divisória. Outra novidade são os bancos rebatíveis e bipartidos, com mais de dez configurações de posicionamento, que equipam todos os modelos. O porta-malas tem capacidade para 384 litros.

A Honda abriu mão do câmbio CVT Continuously Variable Transmission, que proporcionava trocas de marchas contínuas, sem trancos. A partir de agora, o câmbio é automático de cinco velocidades, único no segmento. Ajustar o CVT ao novo motor iVTEC Flex custaria tempo e dinheiro para o fabricante, afinal ele não possui conversor de torque, necessário aos propulsores que rodam com álcool e gasolina.

Para amenizar a sensação de trocas de marchas pelo motorista, a Honda aplicou três solenóides à transmissão, mas nem por isso o condutor deixa de senti-las. O que também não é ruim, afinal o Fit ficou ainda mais divertido de guiar. O 1.5 ELX com câmbio automático sairá de fábrica equipado com o sistema Paddle Shift, que permite trocas de marchas pelas borboletas no volante, outra herança do Civic. O câmbio manual também traz engates precisos.

Com o novo motor i-VTEC, que controla eletronicamente a abertura de válvulas para máxima eficiência em diferentes regimes de rotação, o Fit ganhou mais torque e potência. Na versão 1.4, o motor tem torque de 13 kgfm a 4.800 rpm e produz 101 cv a 6.000 rpm, quando abastecido com álcool, e 100 cv na mesma rotação, com gasolina, um acréscimo de 21,6 por cento em relação à geração anterior. Já o motor 1.5, com torque de 14,8 kgfm a 4.800 rpm, está 10 por cento mais potente: gera 116 cv a 6.000 rpm álcool e 115 cv com gasolina.

A tecnologia i-VTEC privilegia a economia de combustível. Portanto, o bom torque é mantido em baixas rotações e acima de 3.500 rpm, quando o carro responde bem às retomadas em segunda e terceira marchas. Já o motor 1.5 tem jeito de esportivo, entregando mais torque em médias e altas rotações. Em terceira marcha, com câmbio manual, o Fit mostrou muito fôlego na pista, mesmo em trechos mais íngremes. Mas o habitáculo não fica tão silencioso quando o conta-giros atinge os 5.000 rpm constantes.

Com suspensão redimensionada e centro de gravidade mais baixo que o modelo anterior, o Fit se mostra ainda mais estável, principalmente em curvas. A sensação de segurança ao dirigir fica mais completa com a direção eletricamente assistida, que torna o volante mais leve em baixas velocidades e firme em altas. Aliás, segurança é outra palavra-chave para a Honda: o New Fit passa a trazer de série, em todas as versões, airbags frontais duplos, apoios de cabeça e cinto de segurança de três pontos para os cinco ocupantes. Freios ABS saem de fábrica nas versões 1.4 LXL, 1.5 EX e 1.5 EXL, mas indisponíveis para o modelo de entrada, 1.4 LX.

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